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À espera do marco regulatório: encerramento do Brazil Windpower aponta caminhos para o setor eólico


Os painéis do terceiro e último dia do Brazil Windpower mostraram um setor eólico pronto para receber investimentos, com infraestrutura e tecnologia suficientes para transformar o país em uma potência global, mas que, ao mesmo tempo, vive a ansiedade por uma aprovação, o projeto de lei 576/2021, que disciplina a exploração e desenvolvimento de energia a partir de fontes de instalação offshore. Na visão de especialistas, com esse marco regulatório, haverá um ambiente jurídico seguro e será o passo mais importante para “destravar o crescimento da indústria eólica no Brasil”.

“Acreditamos no Brasil. Antes, não tínhamos nada. Agora há um PL quase aprovado. Mas, como toda empresa global, os investimentos são focados onde existam oportunidades de forma sustentável”, disse André Leite, diretor de Eólicas Offshore para América Latina da Equinor. Durante sua participação no painel “Regulatório - Uso de Cessão”, um dos mais aguardados deste dia, o executivo pediu um “ambiente regulatório claro e amigo”.

Ainda no mesmo painel, Mariana Espécie, diretora do Departamento de Transição Energética do Ministério de Minas e Energia, reforçou o comprometimento do Governo Federal nesta transição energética. “Antes mesmo da aprovação do PL, já estamos constituindo um grupo de trabalho para pensar em políticas públicas. Trata-se de um tema que envolve muitos órgãos de diferentes ministérios. Além disso, queremos nos aproximar cada vez mais do setor privado e aprender com quem tem experiência.”

País pronto para receber investimentos

Enquanto autoridades e executivos das principais empresas do setor aguardam ansiosos pela aprovação do projeto de lei, o que se vê é um Brasil pronto e com um nível de maturidade capaz de colocar o país no papel de protagonista de transição energética global. 

A questão é “como atrair esse investimento estrangeiro e envolver ainda mais os players locais nesse momento?” Essa preocupação foi tema de outro painel realizado neste último dia do Brazil Windpower. Além dos bancos estatais, alguns privados já estão de olho no setor de energia renovável. O Pan American Energy, por exemplo, está investindo R$ 3 bilhões no Complexo Eólico Novo Horizonte, na Bahia, com capacidade instalada de 423 MW.

Em outro painel, “As Rotas de Mercado e as Novas Tecnologias de Energia”, ficou claro que a grande meta para todos os players envolvidos no processo de energia eólica no Brasil é a descarbonização e a luta contra as mudanças climáticas. “A gente precisa pensar para além de marcos regulatórios, mas termos incentivos para a indústria fazer a transição e incentivo para quem consome’, afirmou Gabriela da Rocha Oliveira, Head Renewable Generation Latam da Shell.


Serviço:

Brazil Windpower - Política industrial verde e transição energética justa: o protagonismo brasileiro

Quando: 12, 13 e 14 de setembro de 2023, das 10h às 20h

Onde: São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo, SP.

Para participar dos Congressos: https://www.brazilwindpower.com.br/pt/congresso.html

Para visitar a feira: https://www.brazilwindpower.com.br/pt/visitar.html


Atenção! Jornalistas interessados na cobertura devem realizar sua inscrição em https://www.brazilwindpower.com.br/pt/imprensa.html


Sobre os organizadores

GRUPO CANALENERGIA | INFORMA MARKETS: Empresa de comunicação líder na cobertura do setor elétrico em tempo real, operando o maior meio de comunicação online para a indústria no país. Além disso, funciona como uma agência de notícias e possui outras unidades de negócios com foco em eventos e educação.

ABEEólica: A Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias é uma instituição sem fins lucrativos, que congrega e representa a indústria de energia eólica no País, incluindo empresas de toda a cadeia produtiva Onshore e offshore.

GWEC: O Global Wind Energy Council ajuda a abrir novos mercados para a energia eólica. O GWEC tem um histórico comprovado de sucesso para ajudar a construir a indústria de energia eólica nos mercados emergentes ao redor do mundo, incluindo China, Brasil, México, África do Sul e Índia.

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